Publication: Jesuítas em Córdoba e as Estâncias
| dc.contributor.author | Tirapeli, Percival | |
| dc.date.accessioned | 2020-09-21T18:51:07Z | |
| dc.date.available | 2020-09-21T18:51:07Z | |
| dc.date.issued | 2020 | |
| dc.description.abstract | A cidade de Córdoba na Argentina é das mais antigas vilas fundadas no antigo Vice-Reinado do Peru a caminho para as terras do Paraguai. Em 1563 a pequena vila desenhada em forma de tabuleiro estava posicionada entre os importantes caminhos que ligavam as cidades de Cusco e La Paz até Assunção com outros caminhos como aquele que levava para a rica vila de Potosi. Naquela encruzilhada de interesses das conquistas e em busca de terras planas para o cultivo de mantimentos, Córdoba já em 1622 era elevada à condição de Alfândega Seca a administrar a saída e entrada de mercadorias em toda esta região que na segunda metade do século XVIII seria o Vice-Reinado do Rio da Prata tendo como capital a portuária Buenos Aires. Os padres da Companhia de Jesus chegaram em Córdoba em 1599 e logo se acomodaram em uma manzana com pequeno colégio, igreja, residência dos padres e seminário de noviços. O conjunto cordobês é soberbo e grandioso constituído de Universidade, Capela dos Noviços, igreja e casas para acomodar estudantes. Para manter o empreendimento, os Jesuítas contaram com doações, porém, para seguir oferendo os estudos gratuitos aos jovens, foi necessária a compra de estâncias usadas para a criação de gado emulas, e para cultivo. Assim, foram desenvolvidas as estâncias nas redondezas de Córdoba, a caminho de Tucumán e acima dos Andes até a próspera Potosi onde a grande mina de prata no Cerro Rico necessitava de mantimentos para manter as atividades. As estâncias foram desenvolvendo-se cada qual com suas especificidades Caroya (1610), Santa Catalina (1622), Alta Gracia (1642), Jesus Maria (1618), Candelária (1678) e San Ignácio entre tantas outras desaparecidas ou desativadas depois da expulsão dos padres em 1768. Tanto no grande conjunto urbano como nas estâncias rurais a arquitetura se destaca, assim como o mobiliário com ricos altares, acervos de pinturas e esculturas. | es_ES |
| dc.description.sponsorship | Área de Historia del Arte, UPO | es_ES |
| dc.format.mimetype | application/pdf | |
| dc.identifier.isbn | 978-84-09-23433-2 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10433/8777 | |
| dc.language.iso | pt | |
| dc.publisher | Enredars | es_ES |
| dc.rights | Attribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacional | * |
| dc.rights.accessRights | open access | es_ES |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/ | * |
| dc.subject | Jesuitas | es_ES |
| dc.subject | Arte | es_ES |
| dc.subject | Arquitectura | es_ES |
| dc.subject | Córdoba | es_ES |
| dc.subject | Estancias | es_ES |
| dc.title | Jesuítas em Córdoba e as Estâncias | es_ES |
| dc.title.alternative | The Jesuits in Córdoba and the Estancias | es_ES |
| dc.type | book part | es_ES |
| dspace.entity.type | Publication |
Files
Original bundle
1 - 1 of 1
Loading...
- Name:
- 21:TIRAPELI.pdf
- Size:
- 3.76 MB
- Format:
- Adobe Portable Document Format
- Description:
- Texto completo

