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Jesuítas em Córdoba e as Estâncias

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A cidade de Córdoba na Argentina é das mais antigas vilas fundadas no antigo Vice-Reinado do Peru a caminho para as terras do Paraguai. Em 1563 a pequena vila desenhada em forma de tabuleiro estava posicionada entre os importantes caminhos que ligavam as cidades de Cusco e La Paz até Assunção com outros caminhos como aquele que levava para a rica vila de Potosi. Naquela encruzilhada de interesses das conquistas e em busca de terras planas para o cultivo de mantimentos, Córdoba já em 1622 era elevada à condição de Alfândega Seca a administrar a saída e entrada de mercadorias em toda esta região que na segunda metade do século XVIII seria o Vice-Reinado do Rio da Prata tendo como capital a portuária Buenos Aires. Os padres da Companhia de Jesus chegaram em Córdoba em 1599 e logo se acomodaram em uma manzana com pequeno colégio, igreja, residência dos padres e seminário de noviços. O conjunto cordobês é soberbo e grandioso constituído de Universidade, Capela dos Noviços, igreja e casas para acomodar estudantes. Para manter o empreendimento, os Jesuítas contaram com doações, porém, para seguir oferendo os estudos gratuitos aos jovens, foi necessária a compra de estâncias usadas para a criação de gado emulas, e para cultivo. Assim, foram desenvolvidas as estâncias nas redondezas de Córdoba, a caminho de Tucumán e acima dos Andes até a próspera Potosi onde a grande mina de prata no Cerro Rico necessitava de mantimentos para manter as atividades. As estâncias foram desenvolvendo-se cada qual com suas especificidades Caroya (1610), Santa Catalina (1622), Alta Gracia (1642), Jesus Maria (1618), Candelária (1678) e San Ignácio entre tantas outras desaparecidas ou desativadas depois da expulsão dos padres em 1768. Tanto no grande conjunto urbano como nas estâncias rurais a arquitetura se destaca, assim como o mobiliário com ricos altares, acervos de pinturas e esculturas.

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