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¿O tempo de si mesmo pede conta¿ ¿ efémero, perenidade e inconstância na(s) culturas(s) do Barroco

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Bravo Ceia, Sara
Neto, André Filipe

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Publicaciones Enredars / Andavira Editora
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O ladrão cristalino (1997), conjunto de ensaios por Ana Hatherly (1929-2015) recorre a uma alegoria que exprime a ideia de tempo por via de uma imagem do mundo natural: um rio. Num desses ensaios encontramos um soneto de Jorge de Câmara (¿1640) em que o poeta escreve sobre um tempo vivo. O presente artigo pretende ser esse percurso: partindo das palavras de Bluteau ( - ) avançamos para olhar ritualidades ditas, escritas e feitas que têm lugar na Lisboa de D. João V (1707-1750) e contêm em si programas do olhar e do ver, disciplinas do ouvir e do agir. Pretendemos olhar categorias como as de perenidade, disciplina, inconstância e efémero, conceitos operativos que nos permitem pensar tessituras sociais e políticas, realidades figurativas e objectuais e práticas concretas numa tentativa de (re)montar essa(s) cultura(s) do Barroco português setecentista.
O ladrão cristalino (1997), an assemble of essays by Ana Hatherly (1925-2015) refers to an allegory from the natural world to express time: a river. In one of this essays we find a sonet by Jorge de Câmara (1640) in which the poet discourses about a Time as a living entity. The present article aims to be a similar journey: stemming from the words of Bluteau ( - ) we look at diverse forms of ritual, spoken, and written, that have place in the Lisbon of João. (1707-1750) and that contain in themselves ways of looking and disciplines of listening and acting. We intend to look at categories like perennity, discipline, inconstancy and ephemerality, operative concepts that allow us to think social and political fabric, iconographic and object realities alongside practices, in an attempt to reassemble the culture(s) of the Eighteenth century Portuguese baroque.

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