RELIES. Núm. 7 (2022): Sexualidades y educación: experiencias, desafíos y disidencias

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    Sexualidad y educación: experiencias, desafios y disputas
    (Universidad Pablo de Olavide, 2022-06-30) Schwade, Elisete; Pichardo, José Ignacio
    Este especial reúne artículos que analizan la intersección de las sexualidades y la educación en sus diversas facetas. Estos textos abordan experiencias sobre el tema en diferentes escenarios y niveles educativos, tanto en contextos formales como no formales, así como en diferentes espacios de enseñanza y aprendizaje. Se pone el foco en explorar los vínculos y diálogos con los movimientos sociales y otros agentes sociales. El número también recopila reflexiones sobre experiencias innovadoras, buenas prácticas e implementación de políticas públicas.
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    Coletivos feministas em contextos educacionais: intersecção entre gênero e sexualidades
    (Universidad Pablo de Olavide, 2022-06-30) Manguinho, Julyana; Schwade, Elisete
    No ano de 2016, no Brasil, aconteceram ocupações escolares e em universidades de todo o país, escolas de ensino básico, institutos federais e universidades foram ocupadas por estudantes, que dentre as várias pautas, se posicionavam contrários a PEC 241, que congelava os financiamentos públicos com saúde e educação por 20 anos. Nessas ocupações questões sobre gênero, raça e sexualidades foram discutidas, proporcionando a construção de redes e grupos que após as ocupações continuaram suas articulações, dando corpo a criação de coletivos dentro dos espaços educacionais, destacando aqui os coletivos feministas. O objetivo então desse artigo é trazer dados etnográficos coletados nos anos de 2017 e 2018 que acessam as narrativas e experiências que estavam sendo construídas dentro desses espaços de reivindicações, enfatizando a relação entre contextos educacionais, gênero e sexualidades. As análises e reflexões desencadeadas em campo sinalizam que existem momentos em que acontecimentos cotidianos disparam reações e mobilizações do(a)s estudantes, provocando debates e enfrentamentos diante de pessoas e instituições. Além disso, pontuamos os diálogos entre as ativistas dos coletivos feministas educacionais com os movimentos feministas historicamente organizados e uma forte ligação com as redes sociais virtuais e os movimentos à nível nacional. Nesse campo, as relações de gênero e sexualidades estão em constantes aproximações, em alguns momentos provocando importantes articulações, e em outros negociações tensionadas. Possibilitando a construção de práticas de resistência diante de situações de desigualdades ou injustiças sociais, mas também reproduzindo e normatizando convenções sociais e discursos hegemônicos.
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    Gênero, sexualidade e diferenças na educação: desafios éticos em tempos de "doutrinação ideológica"
    (Universidad Pablo de Olavide, 2022-06-30) Bonetti, Alinne de Lima; Marty, Marina dos Rey
    A exemplo das mobilizações internacionais em torno da política antigênero, no Brasil - desde pelo menos 2014 - setores conservadores em concertação nacional alinharam-se de maneira a propor projetos de leis sobre a temática nas três esferas legislativas. Por meio de uma pesquisa etnográfica em Uruguaiana- RS/Brasil, acompanhamos os desdobramentos do Projeto de Lei Escola Sem Partido (PL 01/2017), a primeira ação de um novato vereador de perfil conservador, eleito com o maior número de votos daquele pleito. Um dos efeitos desta proposição legislativa foi a ampliação dos debates sobre o tema nas escolas públicas locais, assim como pela formação do corpo docente. Neste texto analisamos os dados oriundos de atividades formativas em grupos distintos de docentes, a fim de problematizar a produção de sentidos em torno da temática de gênero, sexualidade e diferenças. As situações etnográficas analisadas demonstram como questões sobre gênero e sexualidade no contexto educacional são atravessadas por convenções sociais e repertórios culturais, balizas da atuação docente no âmbito escolar. A reprodução de moralidades irrefletidas pelo corpo docente impõe um desafio à ética profissional. Por meio do aprofundamento teórico por parte dos docentes, acredita-se que haja a possibilidade de promover uma educação democrática e plural para a comunidade escolar.
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    Criação da CDGEN: uma estratégia institucional para combater a LGBTfobia e violência de gênero no ambiente universitário
    (Universidad Pablo de Olavide, 2022-06-30) Fernandes Filho, Aurivar; Zigelli Garcia, Olga Regina
    Trata-se de uma pesquisa descritiva, com abordagem qualitativa que teve por objetivo apresentar a criação e o trabalho da Coordenadoria de Diversidade Sexual e enfrentamento da violência de Gênero - CDGEN, como estratégia utilizada pela Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC no acolhimento à comunidade LGBTQIA+ e no combate à LGBTfobia e violência de gênero na instituição. A coleta de dados, desenvolvida de julho a agosto de 2021, foi realizada no site da CDGEN e ambiente virtual de ensino aprendizagem do Curso de formação Gênero e Diversidade no Ambiente Universitário realizado em 2019 e 2020. Os autores concluem que a criação da CDGEN e atividades desenvolvidas produziram resultados positivos no sentido de acolhimento e respeito às diferenças com uma mudança, ainda que homeopática, significativa na permanência de estudantes que fogem à cisheteronorma e mulheres vítimas de violência. Ao final recomendam a criação de um espaço institucional voltado para as questões de gênero e diversidade sexual nas Instituições de Ensino Superior no Brasil com vistas a um acolhimento pautado no respeito e tratamento digno às pessoas que fogem a norma cisheterossexual em sua trajetória formativa visando a permanência qualificada e o êxito acadêmico.
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    Formación inicial del profesorado y diversidad sexo-genérica: hacia una escuela queer
    (Universidad Pablo de Olavide, 2022-06-30) Sánchez Torrejón, Begoña; Escribano Verde, María; Álvarez Balbuena, Ana
    La presente experiencia innovadora nace del objetivo de formar al futuro profesorado de Educación Primaria en diversidad sexo-genérica. La formación inicial de dicho profesorado se revela como clave en la construcción de una escuela libre e inclusiva con la diversidad sexual y de género y, por lo cual, de una sociedad que propicie dicha inclusión. Específicamente, esta estrategia docente se centra en potenciar el diálogo y la reflexión crítica del futuro profesorado de la etapa de Educación Primaria favoreciendo el aprendizaje reflexivo a través de las tertulias pedagógicas dialógicas. Las conclusiones obtenidas demuestran que, a través de procesos o experiencias innovadoras, como la desarrollada en este artículo, es posible realizar avances que contribuyan a traspasar el currículo oculto que potencia la exclusión de las diversidades sexuales y de género en los centros educativos españoles.
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    "Usualizar" la diversidad para superar los silencios del currículum en torno al género y la sexualidad
    (Universidad Pablo de Olavide, 2022-06-30) López Medina, Esteban Francisco; Sanders, Sue
    Las iniciativas para incluir la diversidad afectivo-sexogenérica en el currículum escolar se han multiplicado en los últimos años. Lamentablemente, al menos en el contexto hispanohablante, estas carecen de un marco teórico suficiente para conceptualizar y sistematizar su metodología didáctica. En este artículo se propone asumir -y clonar en español- las ideas de usualising y actualising, propuestas y aplicadas con éxito por Sue Sanders y SchoolsOUT en el Reino Unido para superar las limitaciones de la gay lesson ocasional. Por ello, se justifica filológicamente la posibilidad lingüística y real de adoptar un neologismo ("usualizar") capaz de compensar los inconvenientes inherentes al concepto de normalización. Se apoya la propuesta de forma teórica con una perspectiva necesariamente interseccional y descolonizadora del sistema educativo actual. Enlazando teoría y praxis, la presentación se basa también en el recorrido vital, profesional y activista de la autora.