Glória, Ana Celeste2019-07-152019-07-152019http://hdl.handle.net/10433/6601Em Portugal, entre os séculos XVI e XVIII, face às inúmeras encomendas artísticas que se realizavam um pouco por todo o país, por parte da Corte, Igreja, nobreza e particulares, verificou-se uma intensa circulação de mestres de obras, não só naturais de Portugal, como estrangeiros. No século XVII, a inexistência de fronteiras propiciava os contactos entre Portugal e Espanha, e por conseguinte, do próprio movimento migratório de artistas, viajantes e comerciantes, que persistirá ainda após a restauração da monarquia portuguesa (1640) até ao reinado de D. João V. Pela proximidade geográfica da fronteira, destaca-se a raia transmontana, que assistia a este movimento á muito tempo, e com particular incidência, a partir de 1545, com a fundação da diocese de Miranda do Douro. As inúmeras campanhas de obras promovidas por esta diocese, possibilitaram a contratação de inúmeros artistas, grande parte deles oriundos de Espanha. Neste sentido, o objectivo deste artigo é analisar o processo de circulação dos artistas naturais da Galiza e Castela/ Léon, que estiveram activos na diocese de Miranda-Bragança, durante os séculos XVI e XVIII, atendendo à sua naturalidade, actividade profissional, residência e obra edificada.application/pdfptAtribución-NoComercial-SinDerivadas 3.0 Españahttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/es/ArtistasEspanhaMiranda-Bragança (Diocese)PortugalSéculo XVI-XVIIIA presença de artistas espanhóis na diocese de Miranda-Bragança entre os séculos XVI e XVIII: da Galiza a Castela e Léon.book partopen access