Barros Cardoso, António2021-04-302021-04-302020Bajo Guadalquivir y mundos atlánticos, ISSN-e 2605-0560, Nº. 2, 2020, págs. 36-512605-056010.46661/bajoguadalquivirmundosatl.5314http://hdl.handle.net/10433/9963O Douro Vinhateiro, classificado em 2001 património mundial da humanidade, sentiu desde muito cedo a importância civilizacional cisterciense. As marcas da presença monástica materializaram-se em algumas das mais emblemáticas unidades produtivas da região vitícola demarcada e regulamentada mais antiga do mundo - O Douro. Esses espaços agrários, de forma directa ou indirecta estiveram ligados às casas monásticas de Tarouca, Salzedas e São Pedro das Águias. Procuramos relembrar a partir da indagação histórica o que hoje resta desse passadoapplication/pdfptAttribution-NonCommercial-NoDerivatives 4.0 Internacionalhttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/4.0/WinePortoCisterciansDouroO Vinho do Porto e os Cistercienses no Douro.journal articleopen access