Publication: Análise da abordagem da OMS, OMPI e OMC quanto ao direito humano à saúde
| dc.contributor.advisor | Proner, Caroline | |
| dc.contributor.advisor | Infantes Ruiz, Francisco José | |
| dc.contributor.author | Gonzaga, Heron Fernando de Sousa | |
| dc.date.accessioned | 2017-03-27T16:34:04Z | |
| dc.date.available | 2017-03-27T16:34:04Z | |
| dc.date.issued | 2016 | |
| dc.date.submitted | 2016-10-20 | |
| dc.description | Programa de Doctorado en Ciencias Jurídicas y Políticas | es_ES |
| dc.description.abstract | O direito humano à saúde insere-se numa dimensão social, sendo um direito de todos e dever do Estado, garantido por meio de políticas públicas, que busquem a redução do risco de doenças e de outros agravos e o acesso universal igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação. O maior órgão internacional que trabalha com os aspectos da saúde, na sua forma mais ampla, é a Organização Mundial da Saúde (OMS), sendo responsável em liderar questões globais de saúde, definir a agenda de pesquisa em saúde, estabelecer normas e padrões, articulando opções políticas baseadas em evidências, fornecer apoio técnico aos países e, acompanhar e avaliar as tendências de saúde. Para que possa informar suas ações, bem como a situação da saúde nos vários cenários mundiais, a OMS apresenta um informe anual. A principal proposta do informe é fornecer aos países, agências doadoras, organizações internacionais e outras instituições, a informação de que necessitam para ajudá-los a tomar decisões políticas e de financiamento. No de ano 2013, observa-se uma aproximação da OMS com a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) e Organização Mundial do Comércio (OMC). Esta aproximação reforça a necessidade do estudo de como estas Instituições se propõem a abordar este direito. A análise dos informes anuais da OMS do ano de 1995 a 2015, mostrou que a instituição tem na sua estrutura uma visão implícita de direitos humanos com relação à dignidade humana, buscando as condições materiais e imateriais de se viver uma vida digna de ser vivida. Com relação a OMC e a OMPI, o estudo realizado mostra um comprometimento com o capital, com o mercado e não com o direito humano à saúde. Sendo a OMS um órgão de orientação, o mesmo pode ser uma possibilidade de liderança, na dependência de outras instituições como a OMC e OMPI, e fundamentalmente através dos seus Estados membros, com suas políticas públicas para tal. | es_ES |
| dc.description.sponsorship | Universidad Pablo de Olavide. Departamento de Derecho Privado | es_ES |
| dc.format.mimetype | application/pdf | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/10433/3714 | |
| dc.language.iso | pt | es_ES |
| dc.rights | Atribución-NoComercial-SinDerivadas 3.0 España | * |
| dc.rights.accessRights | open access | es_ES |
| dc.rights.uri | http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/es/ | * |
| dc.subject | Derecho a la salud | es_ES |
| dc.subject | Derechos humanos | es_ES |
| dc.subject | Organización Mundial de la Salud | es_ES |
| dc.title | Análise da abordagem da OMS, OMPI e OMC quanto ao direito humano à saúde | es_ES |
| dc.type | doctoral thesis | es_ES |
| dspace.entity.type | Publication |
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