Publication: Fronteras rupestres en México
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Authors
Viramontes Anzures, Carlos (ed.)
Lara Galicia, Aline (ed.)
Advisors
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Journal Title
Journal ISSN
Volume Title
Publisher
Roma Tre Press / Enredars - UPO
Abstract
Este volumen presenta las diversas formas en que se expresan las fronteras en las manifestaciones rupestres de Mesoamérica y el norte de México.
Propuestas como estructuras dinámicas, simbólicas o liminales, el objetivo es reconocer las fronteras rupestres de colectivos nómadas y comunidades agrícolas, interpretadas desde la cosmovisión, sus aspectos sociales, políticos o económicos y desde factores intangibles como la apropiación del paisaje, mitos, nodos entre localidades o puntos de ruptura.
La polisemia del concepto frontera nos invita a reflexionar acerca de las taxonomías clásicas y de plantear nuevas formas para el estudio de las tradiciones rupestres.
Este volume apresenta as diferentes formas de expressão das fronteiras nas pinturas rupestres da Mesoamérica e do norte do México.
Propostas como estruturas dinâmicas, simbólicas ou liminares, o objetivo é reconhecer as fronteiras rupestres dos coletivos nómadas e das comunidades agrícolas, interpretadas a partir da sua cosmovisão, dos seus aspetos sociais, políticos ou económicos e de fatores intangíveis como a apropriação da paisagem, os mitos, os nós entre localidades ou os pontos de rutura.
A polissemia do conceito de fronteira convida-nos a refletir sobre as taxonomias clássicas e a propor novas formas de estudar as tradições rupestres.
This volume presents the different ways in which borders are expressed in the rock art of Mesoamerica and northern Mexico.
Proposed as dynamic, symbolic or liminal structures, the objective is to recognize the rupestrian borders of nomadic collectives and agricultural communities, interpreted from the cosmovision, their social, political or economic aspects and from intangible factors such as the appropriation of the landscape, myths, nodes between localities or rupture points.
The polysemy of the border concept invites us to reflect on classical taxonomies and to propose new ways of studying rock art traditions.




