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Ni recatadas ni sumisas: Relaciones con personajes femeninos relatadas por jóvenes universitarios limeños

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2023-07-19
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Universidad Pablo de Olavide
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La presente investigación indaga si los recientes movimientos de critica a las masculinidades hegemónicas han influido en las conductas y nociones de masculinidad de las nuevas generaciones. Se realizaron entrevistas a una muestra de 40 jóvenes universitarios de las universidades públicas y privadas más prestigiosas de la ciudad de Lima, Perú. Elegimos al medio universitario porque ha sido escenarios de la emergencia de un pujante movimiento feminista. Nos centramos en las relaciones con las mujeres más significativas en la vida de los varones: madres, hermanas, amigas y parejas. Los resultados de la investigación revelan cambios y permanencias. Las mujeres vistas por los jóvenes son independientes y han conquistado el espacio público a través de los estudios y el trabajo. No pocas de ellas critican el modelo de masculinidad tradicional. En cuanto a las permanencias: las madres siguen asociadas al cuidado del hogar y persisten nociones tradicionales sobre la feminidad (fragilidad, necesidad de protección) que legitiman formas de control. La identificación de masculinidad con iniciativa sexual, control de las mujeres y autoridad siguen vigentes. Una proporción de los jóvenes perciben estas ambigüedades y se muestra abierta al cambio. Una minoría se reafirma en nociones aprendidas y rechaza los movimientos que los confrontan.
This research inquiries whether recent movements critical of hegemonic masculinities have influenced the behaviors and notions of masculinity of the new generations. Interviews were conducted with a sample of 40 young university students from the most prestigious public and private universities in the city of Lima, Peru. We chose the university environment because it has been the scene of the emergence of a thriving feminist movement. We focused on relationships with the most significant women in men's lives: mothers, sisters, friends and partners. The results find both changes and permanence. The women seen by the young people are independent and have conquered the public space. Not few of them criticize the traditional masculinity model. Regarding permanence: mothers continue to be associated with the care of the home and traditional notions of femininity (fragility, need for protection) that legitimize forms of control persist. The identification of masculinity with sexual initiative, control of women and authority is still in force. A proportion of young men perceive these ambiguities and are open to change. A minority reaffirms acquired notions and rejects movements that confront them.
Esta pesquisa investiga se os movimentos recentes que criticam as masculinidades hegemônicas influenciaram o comportamento e as noções de masculinidade das novas gerações. As entrevistas foram realizadas com uma amostra de 40 jovens universitários das universidades públicas e privadas de maior prestígio da cidade de Lima, Peru. Escolhemos o ambiente universitário por ter sido o cenário do surgimento de um próspero movimento feminista. Nosso foco foi o relacionamento com as mulheres mais importantes na vida dos homens: mães, irmãs, amigas e parceiras. Os resultados da pesquisa revelam mudanças e permanências. As mulheres vistas pelos jovens são independentes e conquistaram o espaço público por meio dos estudos e do trabalho. Não são poucas as que criticam o modelo tradicional de masculinidade. Em termos de permanência: as mães ainda são associadas aos cuidados com o lar e persistem noções tradicionais de feminilidade (fragilidade, necessidade de proteção) que legitimam formas de controle. A identificação da masculinidade com a iniciativa sexual, o controle das mulheres e a autoridade ainda é válida. Uma parte dos jovens percebe essas ambiguidades e está aberta a mudanças. Uma minoria reafirma as noções aprendidas e rejeita os movimentos que as confrontam.
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RELIES: Revista del Laboratorio Iberoamericano para el Estudio Sociohistórico de las Sexualidades, ISSN-e 2659-8620, Nº. 9, 2023 (Ejemplar dedicado a: Perspectivas disidentes frente a las políticas neoconservadores; V-XI), págs. 91-106
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